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O guia

Figura de animal de estimação personalizada: o seu cão ou gato

Figura de animal de estimação personalizada: cão, gato ou coelho, sozinho ou consigo, que foto basta, que tamanho escolher e a antevisão grátis.

FIGUFIGUPor A equipa FIGU
, 8 min de leitura
Figura de animal de estimação personalizada: o seu cão ou gato

Tem uma maneira muito sua de se sentar, uma mancha que mais nenhum tem, um olhar que vai atrás de si até à cozinha. Uma figura de animal de estimação personalizada guarda tudo isso em volume, a partir de uma simples foto tirada com o telemóvel. Na FIGU, cada peça é modelada e pintada à mão, e descobre-a primeiro em antevisão, gratuitamente, antes de pagar o que quer que seja.

Este guia reúne o que convém saber antes de começar: os pormenores pelos quais se reconhece um cão ou um gato, as maneiras de o pôr em cena (sozinho, consigo ou com a família toda), a foto a escolher e a forma delicada de guardar a memória de um companheiro que já partiu.

Se está agora a descobrir o princípio, o nosso guia da figura personalizada a partir de foto explica o percurso completo, dos estilos aos prazos.

Figura de animal de estimação personalizada: para quem e para quê?

Pensa-se nesta figura sobretudo em três situações. O dono que quer o seu cão em cima da secretária, porque passa o dia longe dele. O familiar que procura um presente para alguém cujo animal é o tema de conversa preferido. E a família que quer guardar a memória de um companheiro já velhinho, ou que já partiu.

Para um presente, uma pergunta chega para decidir: a pessoa fala do seu animal como de alguém da família? Se sim, um objeto com patinhas ou bigodes vai tocá-la menos do que um retrato do seu próprio cão. Para os donos muito apegados, a figura junta muitas vezes os dois na mesma base, dono e cão. Para quem adora gatos, é a alternativa à enésima caneca com bigodes.

Sejamos honestos: a figura não é a única boa resposta. Uma bela foto emoldurada custa menos e faz muito bem o seu papel na parede. Um peluche dá para abraçar, mas raramente se parece com o animal. A figura, essa, vê-se de todos os ângulos e põe-se perto de nós: é aí que está o seu interesse. Serve a quem quer reconhecer o seu animal à primeira vista, na secretária ou na mesa de cabeceira. Se ainda hesita entre várias ideias para alguém querido, as nossas ideias de presentes personalizados passam em revista cada destinatário, e para as festas há o guia do presente de Natal personalizado.

Cão, gato: os pormenores que o tornam único

Dois labradores cor de areia parecem-se ao longe; os donos distinguem-nos à primeira vista. Raramente se reconhece um animal pela raça, e quase sempre por alguns pormenores:

  • a silhueta: atarracado ou esguio, redondo ou comprido, a cauda farfalhuda ou fina;
  • as marcas: uma pata branca, uma mancha à volta do olho, um focinho que ficou grisalho com a idade;
  • as orelhas: espetadas, caídas, ou uma de cada maneira;
  • a postura: sentado muito direito, deitado como uma esfinge, a cabeça inclinada de lado.

Na sua antevisão, verifique estes pontos um a um. Se algum se afastar da realidade, corrige-o numa frase, por exemplo «a mancha branca desce até ao peito» ou «as orelhas caem mais», e só esse elemento é refeito. Tem cinco alterações por criação: o suficiente para acertar primeiro a pelagem, depois a expressão. A primeira antevisão vê-se sem conta; para mais alterações, basta uma conta gratuita.

O cão e o gato mostram o seu feitio de maneiras diferentes. No cão, fala sobretudo a cara: a boca aberta depois da brincadeira, as orelhas no ar quando tocam à campainha. O gato, esse, foge muitas vezes da câmara, e não faz mal: uma foto em que está a olhar para o lado chega. O feitio dele está no olhar e na pelagem, tigrada, tartaruga ou bicolor, e é exatamente isso que verifica na antevisão. Além de cães e gatos, o atelier também representa coelhos. Para qualquer outro animal, pergunte-nos antes de encomendar; o endereço está no fundo de cada página.

Sozinho, com o dono ou em família

Há três composições possíveis, e a escolha depende sobretudo da foto que tem.

Sozinho, o seu companheiro faz-se de 8 a 15 cm. A altura mais pequena cabe na palma da mão, a maior mostra melhor o desenho da pelagem. Mantém a postura da foto, ou escolhe-o sentado ou deitado.

Com o dono, a cena muda: o cão ao colo, o gato nos braços, os dois lado a lado no regresso do passeio. A pessoa faz-se então no estilo Clássica, de proporções naturais, ou na Cabeça grande, mais travessa; o animal fica ao lado dela, um pouco à frente, ou debaixo de uma mão pousada no dorso. As alturas de cada estilo estão no nosso guia de tamanhos. Se escolher a Cabeça grande para o dono, a cabeça dele pode até abanar a partir de 15 cm: tudo sobre isso no guia do cabeçudo personalizado.

Em família, por fim, uma base acolhe até 13 pessoas e 4 animais: os filhos, os pais, o cão e o gato, a partir da foto tirada no sofá ou no quintal.

Uma regra vale para as três: uma FIGU faz-se a partir de uma única foto em que estejam todos. As fotos não se combinam entre si. Quando o cão e o gato se recusam teimosamente a posar juntos, a paciência ajuda mais do que qualquer técnica: um serão tranquilo no sofá, o telemóvel à mão, e um dia os dois acabam deitados lado a lado. Se essa foto nunca acontecer, ficam duas figuras, uma para cada animal, cada uma a partir da sua própria foto.

A foto do seu animal: conta o momento, não a técnica

Não precisa de uma foto perfeita nem de uma máquina profissional. Basta uma foto do telemóvel, mesmo desfocada, torta ou tirada de longe, e o seu animal também não tem de olhar para a câmara. O único limite real: a cabeça dele tem de aparecer na imagem. Um cão que só se vê de costas não serve.

Muito mais importante do que a qualidade da imagem é o momento. Pergunte-se em que cena quer reencontrar o seu animal todos os dias:

  • o cão com a bola na boca, orgulhoso depois do passeio;
  • o gato enrolado na sua almofada preferida, ou no parapeito da janela, a vigiar a rua;
  • o coelho a meio de roer uma cenoura;
  • o cão velhinho no seu lugar junto à porta de casa, onde está sempre à espera.

A postura da foto pode ser reproduzida tal e qual: uma foto do seu sítio preferido dá uma figura que pertence exatamente a esse lugar. Um gato preto ou um cão branco também não precisam de uma fotografia especial. A antevisão gratuita mostra-lhe o que resulta e, se um tom não estiver certo, descreve-o numa frase.

E se a antevisão não convencer, experimente simplesmente outra foto, sem pagar nada. Muitas vezes, é a segunda ou a terceira imagem que mostra melhor o feitio dele, porque conta outro momento: mais vale a cara ensonada de manhã do que o retrato bem-comportado tirado à saída da tosquia.

Uma recordação em vida, ou depois

Ninguém tem de esperar por uma ocasião. O momento certo é às vezes quando o cão começa a envelhecer, para guardar os seus bons anos enquanto ainda cá está; ou já, para guardar o cachorro que ainda é. Cada fase da vida tem a sua foto, e cada foto dá uma figura diferente.

Depois de uma perda, as coisas fazem-se com mais calma. Para guardar a memória de um cão ou de um gato que morreu, escolha uma foto em que ele seja ele próprio, cheio de vida, no seu sítio preferido, em vez de uma imagem dos últimos dias. A figura não substitui nada: mantém o animal perto de si, tal como o amava. Há quem se sinta pronto ao fim de algumas semanas, e quem precise de meses; não há um momento certo, só o seu.

Se foi alguém querido que perdeu o seu companheiro, a delicadeza conta mais do que o objeto. Muitas vezes, consegue-se uma foto através de um familiar, sem reabrir a ferida, e umas linhas pessoais, como a lembrança de um passeio feito juntos, dizem mais do que uma fórmula feita. E para agradecer à clínica veterinária que acompanhou o animal até ao fim, uma figura diz muitas vezes mais do que um cartão.

Conclusão

Uma figura de animal de estimação personalizada precisa de pouco: uma imagem de um momento em que o seu animal é ele próprio, e depois uma antevisão que ajusta até reconhecer as orelhas, a pelagem e a maneira de estar. A foto não tem de ser perfeita.

Nada é fabricado sem a sua aprovação, a entrega é gratuita para todo o lado e, entre a encomenda e a receção, conte com 10 a 14 dias. Para oferecer, a caixa de oferta é grátis a partir de 120 €, e a segunda figura idêntica tem 20 € de desconto: uma para si, outra para quem viu o seu animal crescer.

Quando tiver a sua foto, crie a FIGU do seu companheiro: a antevisão não custa nada.

Perguntas frequentes

Pode fazer-se uma figura do meu cão a partir de uma foto?

Sim, basta uma única foto do telemóvel, mesmo desfocada. Carrega-a, indica quem aparece e vê gratuitamente a antevisão da figura antes de pagar, a primeira até sem conta. Se um pormenor da pelagem ou das orelhas não estiver certo, altera-o numa frase. Se o resultado não lhe agradar, experimenta outra foto, sem custos.

Que tamanho tem uma figura de animal?

Sozinho, o seu animal faz-se de 8 a 15 cm: a altura pequena cabe na concha da mão, a grande mostra melhor o desenho da pelagem. Com uma ou várias pessoas, a figura tem a altura do estilo escolhido, 18, 20 ou 23 cm na Clássica, de 12 a 25 cm na Cabeça grande, e o animal fica ao lado ou à frente dos seus humanos.

Quantos animais cabem numa figura?

Até quatro animais numa mesma base, cão, gato ou coelho, com ou sem pessoas, e até 13 pessoas ao todo. Têm de estar todos na mesma foto, porque as fotos não se combinam. Acima de quatro animais, o atelier estuda o seu projeto e envia-lhe um orçamento por e-mail.

Pode fazer-se uma figura de um animal que já morreu?

Sim, a partir de uma foto em que ele era ele próprio, cheio de vida, num sítio de que gostava. Uma foto antiga ou desfocada serve, desde que se veja a cabeça. A antevisão gratuita mostra-lhe o resultado antes de qualquer pagamento, e pode experimentar várias fotos. Tome o tempo de que precisar; nada tem pressa.

A sua memória, a sério.

Veja a sua FIGU antes de pagar.

Carregue uma foto, a pré-visualização é gratuita. Só encomenda quando tiver o seu boneco à frente dos olhos.

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